Microsoft aceita multa US$ 709 milhões da União Européia

29 10 2007

A Microsoft aceitou nesta segunda-feira (22/10) cumprir totalmente com as exigências da condenação da Comissão Européia no processo por abuso de posição dominante. Além da multa recorde de 497 milhões de euros (equivalentes US$ 709 milhões), a companhia aceitou compartilhar com concorrentes informações sobre seus softwares e oferecer dados e códigos que permitam aos desenvolvedores criar programas compatíveis com Windows. Na prática, a Microsoft se compromete a compartilhar com concorrentes informações e códigos de aplicativos, como o Windows Media Player.

A Microsoft também anunciou a redução das somas pedidas em troca dessa informação e dos direitos de utilização de patentes em nível mundial, acordos que serão submetidos às jurisdição da Alta Corte de Londres, além do controle da Comissão Européia, com sede em Bruxelas.

A Comissão afirmou querer tomar o mais rápido possível uma decisão em relação às multas diárias que impôs à empresa em julho de 2006 por não cumprir a condenação de 2004, quantia que já chega a um total de 280 milhões de euros.

O a decisão da Microsoft de acatar as exigências de Bruxelas põe o fim a uma batalha de mais de sete anos, que teve seu ponto crucial em setembro do ano passado quando o Tribunal de Primeira Instância da União Européia, baseado em Luxemburgo, confirmou a condenação da Comissão Européia.

Ao comentar a decisão da Microsoft, comissária européia para Concorrência, Neelie Kroes, parabenizou a empresa por ter finalmente dado passos concretos para garantir o pleno cumprimento da decisão de 2004. Mas ela lamentou, de qualquer maneira, que a companhia só tenha cumprido a decisão “depois de um considerável atraso, duas decisões judiciais e a aplicação de multas diárias”. Neelie evitou, no entanto, falar em vitória da União Européia. “Só fizemos nosso trabalho”, disse ela ao jornal britânico Financial Times.

Fonte: TI Inside





Abertas as inscrições para oficina de inclusão digital

29 10 2007

Estão abertas as inscrições gratuitas para a 6ª Oficina para Inclusão Digital que será realizada de 26 a 29 de novembro em Salvador. O cadastro pode ser preenchido no portal da Oficina em www.inclusaodigital.gov.br/oficina.

O objetivo do evento é apresentar, debater e conhecer as melhores práticas e visões sobre a inclusão digital no Brasil e em outras partes do mundo para a definição de estratégias e propostas de políticas públicas nessa área. O encontro também busca aproximar as pessoas que atuam na capacitação e implementação de iniciativas envolvendo a inclusão digital.

Organizado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, o evento reafirma o compromisso com os profissionais que atuam em projetos de inclusão digital, atendendo gratuitamente à população em todas as regiões do país. A SLTI estima que existam cerca de 5 mil telecentros no Brasil, sendo mais da metade deles apoiados pelo governo federal.

O encontro é voltado a gestores e administradores públicos e privados envolvidos com inclusão digital, atendimento ao cidadão e que atuam na área de tecnologia da informação; coordenadores de projetos de inclusão digital; ONGs; entidades comunitárias e da sociedade civil.

A sexta edição contará com oficinas de trabalho, painéis e debates, apresentação de casos de sucesso e também vai consolidar um documento sobre as melhores práticas para efetivação da inclusão digital no país.

As plenárias vão abordar infra-estrutura, cidades digitais, redes locais, tecnologias da informação e comunicação nas escolas, conteúdos locais (produção e difusão), economia solidária e arranjos produtivos locais, governança de internet e políticas públicas de inclusão digital.

Fonte: TI Inside





O que você vai ser quando crescer?

14 10 2007

Por Paulino Michelazzo 

No atual mundo globalizado, as dúvidas sobre o que ser e como ser rondam desde os mais tranqüilos estudantes até os mais experientes gerentes na hora de escolher qual o caminho a seguir para a carreira. Se você também sofre deste mal e faz parte do mundo da tecnologia, este artigo pode lhe ser útil.

Sei que você deve estar cansado de ouvir dicas das mais variadas e dos maiores “gurus” de RH do planeta sobre como conduzir sua carreira e pensa que este é mais um artigo que possui a mesma abordagem. Antes que pare a leitura, deixe-me explicar no que ele é diferente. Não sou guru de nada, não estou vendendo nada, não estou lhe dando fórmulas milagrosas, não estou dizendo que você vai ficar rico, não estou “faturando em cima” e tampouco afirmando que minha experiência serve para você. Somente gostaria de responder à algumas pessoas que, devido a artigos anteriores, enviaram-me longas mensagens com um ponto recorrente que posso resumir em uma pequena frase que é “o que fazer de minha vida”. Então ele é uma resposta à estas perguntas e também algumas dicas para os profissionais (ou futuros profissionais) da área de tecnologia.

Competição acirrada, menos postos de trabalho, maior facilidade para obtenção de conhecimento e automação de funções são algumas das variáveis que hoje fazem parte da equação de escolha duma carreira. Mas além destas variáveis também é possível citar o anseio manipulado das pessoas visando o consumismo, o status, o sucesso. A preocupação em obter este “sucesso” ou status desvirtua a tal ponto que esquecemos os caminhos que devem ser traçados para ao menos obter-se tranqüilidade na vida ou até mesmo este tão falado sucesso.

E o que tem a ver esta ladainha com a tecnologia?

Se você está correndo atrás do sucesso e não sabe por onde, tem muito a ver.O mundo tecnológico é aquele que hoje mais se aproxima da realidade de mercado e ao mesmo tempo o que mais se distancia desta. É daqueles que mais exige do profissional em todos os sentidos, sendo muitas vezes o algoz da destruição de lares, mas também é aquele que oferece a maior quantidade de oportunidades ou o já comentado sucesso para pessoas de todos os níveis. Se compararmos o mundo da tecnologia com o mundo da bola, vemos mais profissionais bem sucedidos e mais bem pagos no primeiro que no segundo. Claro que “ronaldinhos”, “kakás” e “pelés” são poucos, tais como são os “ellisons”, “gates” e “jobs”, mas isso não serve de parâmetro para a comparação. Costumo dizer que estes “seres” são iluminados de alguma forma, o que não está ao alcance da grande maioria (meu inclusive).

Mas o mundo da bola também nos oferece uma visão interessante sobre carreira e sucesso. Além do dom que alguns possuem, a lapidação de um craque com sucesso passa por duas fases distintas: a primeira que é o desejo de ser craque e a segunda o trabalho para ser craque. Estes são os pontos mais importantes e aqueles que a maioria das pessoas não consegue enxergar quando falamos de carreira na área tecnológica. Esquecemos que temos que desejar ser craques na tecnologia e temos também que trabalhar para sermos craques. Não é somente talento que tira um menino pobre dos campos de pelada, mas muito trabalho duro e o mesmo paralelo está na tecnologia.

O desejo de ser craque (ou “sou apaixonado por redes mas amo programação”)

Um pensamento no mínimo dúbio pois são áreas tão diferentes quanto é o futebol e o rugby (aquele futebol estranho com bola oval). Não é porque ambos tem traves e chuta-se uma bola que são iguais. Da mesma forma, não é porque redes e programação estão relacionadas com computadores que são a mesma coisa. Áreas muito distintas dentro do universo tecnológico.Esta dúvida é a primeira placa de bifurcação que irá encontrar e diante dela, o primeiro passo é saber o que deseja realmente. Se você não tem muita certeza, tudo bem, vá “sentindo” o que gosta de fazer e caminhe por este lado. Ao contrário do que a sociedade prega, não existe caminho errado (salvo aquele do crime). O importante é ter o desejo fortemente embutido em você.

Se gosta de fazer com que computadores pensem, programe. Se ao contrário disso adora ver computadores se comunicando, estude redes. Fazer ambos é possível? Sim, claro que é. Existem algumas pessoas que são capazes disso mas duvido que Ayrton Senna fosse tão bom piloto de motovelocidade como era de Fórmula 1. Além disso não se engane quanto a sucesso, emprego e status. Há algumas décadas ser maquinista de trens era algo espantoso e muito bem visto. Hoje em dia nem sabemos onde estão os trens. Então não deixe que o “hoje” diga à você o que é melhor. Os anos passam e tudo muda, inclusive nossas escolhas que precisam ter flexibilidade para serem adaptadas a estas mudanças.

Decidi, quero…

Muito bem flipper, já ganhou uma sardinha! Mas será que já decidiu mesmo? Já sabe que parte da programação vai trabalhar? Ou em que área de redes/sistemas vai atuar? Não??? Como pôde esquecer que são áreas extremamente amplas e com várias opções? Vai programar para a Internet? Para dispositivos móveis ou ainda para mainframes? E as redes? Trabalhará com segurança? Com redes WAN? LAN? Infra-estrutura ou sistemas? Pense mais um pouco enquanto seguimos adiante com os caminhos que podem ser trilhados por você.O trabalho para ser craque (ou “os caminhos existentes”)

Algumas pessoas possuem a facilidade de aprender qualquer coisa sozinhas ou no cotidiano. Pessoas deste grupo são capazes de pegar um código, interpretá-lo, entendê-lo e melhorá-lo sem a necessidade de ir para um banco de escola ou ainda ler um livro e compreender o funcionamento de protocolos e pacotes de redes. Esta é uma forma de aprendizado que não deve ser desperdiçada, ao contrário, deve ser muito valorizada pois seguir o caminho do conhecimento sem um tutor é o mesmo que seguir uma trilha sem mapa e sem bússola.Se você possui esta facilidade, bem-vindo ao clube! Certamente você tem facilidade de aprender qualquer coisa que caia em sua mão. Em contrapartida terá um problema grande a enfrentar: a sociedade ainda não está preparada para pessoas assim e poucos são aqueles que sem um pergaminho debaixo do braço (o famoso canudo) conseguirão uma boa posição. Na maioria das vezes é preciso provar e reprovar a capacidade existente por dezenas de formas possíveis, o que torna a ascensão mais penosa, mas não impossível.

Outro caminho que pode ser trilhado é aquele do banco da escola. Matricula-se em uma faculdade, paga-se a mensalidade e senta-se educadamente na cadeira para receber um monte de instruções de como fazer e como não fazer as coisas. Muitos preferem este tipo de caminho pois ele tem vantagens bem visíveis. Ao final dos estudos, recebe-se o famoso canudo e mesmo que tenha feito um curso medíocre numa faculdade de fundo de quintal, é possível provar que sabe (mesmo não sabendo). Outra vantagem visível é aquela que sua obrigação resume-se em tirar nota e pagar a mensalidade em dia. Simples se comparado aos demais caminhos que muitas vezes guardam surpresas não muito agradáveis.

Obviamente que existem faculdades que são o sonho de todo o estudante. Bons professores, bom ensino e um ambiente onde a educação é tratada com seriedade. Infelizmente estes ambientes são poucos e altamente concorridos. Se você tem a felicidade de estar em um, aproveite ao máximo. O aprendizado e o sacrifício certamente será muito bem recompensado.

Há ainda um outro caminho que é aquele da certificação, muito usado dentro da área de tecnologia. Pega-se dezenas de livros ou CBT’s e durante alguns dias decora tudo o que a cabeça puder. Depois disso, faz-se um exame numa sala que mais parece um templo de tortura medieval e recebe na hora o veredicto. Se decorou direitinho, imprime o certificado. Se não, volta para casa, decora mais e volta para a sala de tortura alguns dias depois.

Tal como as faculdades, existem certificações que são verdadeiras pedreiras a se enfrentar e onde o decoreba não entra. Ou o candidato sabe realmente ou não sabe. Estas são na maioria das vezes as que valem ouro e que aumentam muito o número de zeros em um salário.

Nossa, mas cada cenário de filme de terror!

Pois é meu amigo, esta é a dura realidade. Alguns podem achar que desdenho todos as formas de obtenção de conhecimento. Não é verdade. Indico-as desde que sejam TODAS mescladas. Não acredito naquele profissional que mostra uma assinatura de e-mail com oito linhas e doze títulos. Para mim ele só estudou e nada conhece do mundo real, tornando-se um verdadeiro acadêmico (e normalmente um chato). Da mesma forma, aquele que possui 35 certificações é um especialista no “decoreba”. Como disse, decora-se e não aprende-se. E finalmente aquele que só possui o dia-a-dia, ou está correndo atrás de dinheiro ou não sabe o que quer.O melhor a fazer é trilhar um caminho onde todas estas formas se cruzam em determinado momento. Se você hoje está fazendo uma faculdade, termine-a, vá para o mercado de trabalho e sinta o dia-a-dia obtendo experiência e depois tire uma certificação em algo que possa enriquecer sua carreira. Se a faculdade está difícil hoje e você já trabalha na área mas com um salário parco, invista um pouco de tempo e grana numa certificação consistentemente (sem decoreba) na área que deseja atuar, galgue alguns degraus em seu emprego (ou em outro que conseguiu depois da obtenção da certificação) e use o “bônus” recebido para começar ou terminar a faculdade. E se você está no mercado há tempos, corra atrás do canudo mesmo que seja só para constar. Ele nunca é só para constar. Os três caminhos se trilhados irão levá-lo à garantia que deseja.

Sendo craque

“eu preciso de um norte, por favor me ajude!”O norte é certamente a educação e isso está mais que provado à nós pelos países do chamado primeiro mundo onde acima de qualquer coisa, a educação do cidadão é tratada realmente a sério. Muitos poderão dizer que “é difícil”, “é caro”, “é duro”. Sim, tudo isso é verdade mas existem formas e formas para obter o conhecimento.

Para aqueles que gostam de programação e por este caminho se enveredam, já disse e repito: ver o código de outros e aprender com eles é uma lição que poucas faculdades ou cursos podem oferecer. Aproveite-se principalmente do movimento de software livre mundial e obtenha códigos de programas na Internet para estudar. Softwares de todos os tipos e escritos em todas as linguagens possíveis e imagináveis estão disponíveis sob licenciamento livre que permite seu estudo, modificação, alteração e re-distribuição, tornando-se assim uma verdadeira escola para o compartilhamento do conhecimento.

Para aqueles que amam redes, sistemas e outras áreas da tecnologia, o comentário anterior também é válido. Documentos, especificações, livros, tutoriais e how-to’s são encontrados aos milhares na Internet também sob licenciamento livre. Obtenha-os e estude-os. Este é o primeiro passo.

Não esqueça de mesclar em sua carreira o conhecimento obtido de forma livre na grande rede com aquele existente em cursos, CBT’s, certificações e em faculdades. Eles se completam e farão de você um profissional bem sucedido na área que desejar.

Finalmente, lembre-se que até mesmo Ronaldinho possui seus altos e baixos e que isso também acontecerá com você. Entenda como uma fase a ser transposta e siga em frente. O caminho é longo mas no final dele certamente estaremos diante de um craque da tecnologia.

Paulino Michelazzo é desenvolvedor web desde 95 e escreve com regularidade para vários canais na Internet e revistas nacionais e internacionais. Atualmente é Systems Developing Specialist na missão da ONU – Organização das Nações Unidas no Timor-Leste.

Fonte: iMasters





IBM cria Sistema de Blade para pequenas e médias empresas

14 10 2007

A IBM anunciou o lançamento do BladeCenter S, solução que integra seis servidores e sistema de storage (discos e fitas), projetada para pequenas e médias empresas. O novo produto também é indicado para qualquer empresa que opere com escritórios ou filiais, como redes varejistas e bancos, podendo reduzir os custos de manutenção de um data center em até 80%, segundo a companhia.

“A solução foi projetada para atender empresas, sem grandes necessidades de adaptações no ambiente de TI. Muitos clientes já sugeriam um equipamento integrado, fácil de instalar e econômico como esse”, afirma Guilherme Araujo, gerente de blades da IBM Brasil. “A IBM está expandindo a oferta de blades e mantém o foco no desenvolvimento tecnológico para permitir que companhias de qualquer tamanho tenham produtos adequados aos seus objetivos de negócio.”

O BladeCenter S inclui o 1-2-3 Storage, uma ferramenta automática de configuração em três etapas que oferece o tipo de armazenamento sofisticado utilizado pelas grandes empresas, mas de uma forma muito mais simples. Com o 1-2-3 Storage, os clientes podem reduzir o tempo de configuração do armazenamento de 30 para apenas dois minutos, garante a IBM.

Segundo a companhia, por ter o armazenamento incorporado ao sistema, com até 6 terabytes (TB) de capacidade, os clientes também podem economizar até US$ 10 mil em custos de hardware externo. O storage introduzido na BladeCenter também possibilita que os clientes aumentem o uso do armazenamento gradualmente, de acordo com o crescimento do negócio.

A IBM combinará ainda o sistema BladeCenter S a um Office Ready Kit, projetado para otimizar a plataforma para o ambiente de escritório. O kit torna possível que os servidores blade residam no escritório, em vez de estarem em um amplo data center, e permitem reduzir as contas de energia em 25%.

Fonte: TI Inside





Estudo indica que 54% das empresas já adotaram a virtualização de servidor

14 10 2007

A virtualização tem registrado uma alta taxa de adoção contínua em todo o mundo, em grande parte devido à necessidade de corte de despesas a partir da consolidação de servidor e da adoção de recursos mais flexíveis. Uma prova disso é que aproximadamente 77% das companhias já adotaram ou planejaram avaliar algum tipo de virtualização dentro de seus ambientes de TI, conforme mostra uma recente pesquisa feita pelo Aberdeen Group.

O levantamento revela ainda que das 320 empresas consultadas 50% já adotaram a virtualização em sua estrutura de TI como mecanismo de apoio às suas estratégias de continuidade de negócios.

O estudo identificou, porém, que um sinal vermelho foi aceso em relação aos novos ambientes implantados: eles teriam que ser afiançados para que realmente pudessem garantir a alta disponibilidade, a recuperação de desastre e a continuidade de negócios. Conclusão: as empresas precisam começar a pensar mais atentamente sobre que tipo de virtualização deve ser escolhido para que esses objetivos sejam atingidos.

“A virtualização tem sido prontamente adotada pelos gestores de TI, particularmente no cerne do servidor, devido às pressões para consolidação do número de servidores que ocupam precioso espaço de bens imóveis”, comenta Ralph Rodriguez, vice-presidente sênior do Aberdeen Group.

O estudo também mostrou que 54% das empresas já adotaram a virtualização de servidor, enquanto que 24% têm planos para essa finalidade dentro dos próximos 12 meses. Outras 38% já utilizam a virtualização de armazenamento de dados e 25% pretendem adotar esse procedimento dentro dos próximos 12 meses.

“O próximo passo para a maioria daquelas empresas que adotaram a virtualização é pensar sobre como proteger os seus novos ambientes com a adoção de mecanismos de recuperação de desastres, alta disponibilidade e continuidade dos negócios”, explica Rodriguez.

Para aliviar os desafios da continuidade de negócios com os ambientes virtualizados, o Aberdeen Group acredita que as companhias devem dar uma resposta sincera se elas querem ou não adotar uma tecnologia e uma estratégia direcionadas que permitam a elas tirar real proveito da melhoria das taxas de utilização de armazenamento, do aumento da taxa de utilização do servidor e, ao mesmo tempo, da redução do tempo de manutenção não planejada.

Rodriguez também destaca como item a ser incluído nesta lista a redução do risco financeiro provocado dos desastres e a melhoria da alta disponibilidade das atividades operacionais.

Fonte: TI Inside





Microsoft Brasil libera atualização do Windows para horário de verão

14 10 2007

Microsoft se adianta e oferece HotFix para relógios do Windows Vista, Windows XP SP2 e do Windows Server 2003 via web.

A Microsoft Brasil anunciou, nesta quarta-feira (10/10) uma atualização do relógio do sistema operacional Windows para o Horário de Verão. A partir deste domingo (14/10), às 0h, até o dia 16 de fevereiro de 2008, todos os relógios devem ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

O HotFix disponível na internet é válido para usuários do Windows Vista, Windows XP SP2 e do Windows Server 2003, e altera o relógio do sistema operacional automaticamente. Segundo Alexandre Leite, gerente geral da Divisão de Negócios Windows da Microsoft Brasil, a atualização estará disponível inclusive para usuários de versões não-oficiais do sistema.

No site, os usuários podem tirar dúvidas, além de encontrar orientações sobre o update para o Microsoft Exchange e outras versões do Windows. A empresa também oferece esclarecimentos pelo telefone 0800-888-4081.

Em um comunicado, Leite ressaltou que, este ano, a atualização foi liberada “em tempo recorde, ou seja, três semanas após o anúncio do decreto do Governo Federal e antes do início do Horário de Verão”.

Como o horário de verão brasileiro é modificado anualmente, a maioria das empresas de software aguarda a divulgação da data definida pelo governo antes de preparar uma correção. Na prática, o update costuma ser divulgado após o início da alteração de horário e a tarefa de adaptar todos os sistemas das empresas, geralmente fica nas mãos dos administradores de TI.

No ano passado, por exemplo, o governo adiou o início do projeto. Em função das eleições, a mudança que estava prevista para meados de outubro – conforme o calendário de 2005 – foi alterada para 5 de novembro de 2006. O fim do período, em fevereiro deste ano, gerou preocupação entre os profissionais de TI. Na época, a Microsoft divulgou sua correção sem fazer alarde, assim como outros fornecedores de software.

A correção do horário pode ser feita manualmente, mas quem fizer o processo sem ajuda do software pode enfrentar problemas de “teimosia” do Windows: o sistema pode voltar ao horário antigo por conta própria, segundo Leite. Ao invés de simplesmente alterar o horário, o update troca a data prevista para transição do horário de verão.

“Nosso objetivo é cada vez mais adaptar o sistema às condições flexíveis do horário de verão brasileiro”, apontou Leite.

Fonte: IDG Now





Portal pagará por publicidade em vídeos postados em blogs

14 10 2007

O portal de busca de vídeos britânico Blinkx irá remunerar usuários que permitirem a veiculação de propagandas em seus vídeos postados em blogs, páginas pessoais ou redes de relacionamento, segundo informou o jornal americano The New York Times. Cada vez que o vídeo postado for selecionado, o sistema do portal escolherá uma propaganda cadastrada em seu banco de dados e a colocará em um dos dois lugares disponíveis para publicidade – na parte de baixo do vídeo ou em tela fora da janela principal.

Cada vez que a propaganda for clicada, o site hospedeiro receberá uma parte do pagamento da publicidade. As taxas variam, mas segundo o jornal, o internauta deve ganhar alguns centavos por cada clique.

O fundador e executivo-chefe do Blinkx, Suranga Chandratillake, disse que a idéia de combinar vídeo online e publicidade é competir com o YouTube, portal de compartilhamento de vídeos mais popular da iternet.

O Blinkx opera com um sistema de busca baseado na tecnologia de transcrição de “fala-para-texto”, por meio do qual faz uma “varredura” em vídeos encontrados na rede. Hoje, o sistema conta com mais de 14 milhões de horas para busca e cerca de 200 empresas de mídia parceiras.

Fonte: TI Inside





Dígitro abre divisão de serviços

9 10 2007

A Dígitro Tecnologia, fabricantes catarinense de soluções de telecom para ambiente corporativo, operadoras e provedores de serviços, entra para o mercado de prestação de serviços por meio da Dígitro Service, operação focada em gerencia de infra-estrutura de TI por meio de serviços de supervisão, gestão de performance e tarifação.

“Agora podemos oferecer aos clientes nossos produtos tradicionais em forma de serviço, com valor agregado, garantindo um melhor controle de todos os ativos e serviços de TIC, além da redução dos custos”, afirma Gian Franco Nercolini, gerente geral da Dígitro Service.

A expectativa é atingir até o final do ano cerca de 1 mil equipamentos gerenciados. Em 2006, a Dígitro faturou R$ 83,7 milhões e o crescimento no segmento corporativo foi de 26%.

Fonte: Baguete





Websense conclui a aquisição da SurfControl

9 10 2007

A Websense, fornecedora de soluções de segurança e produtividade de filtragem web, concluiu a aquisição da SurfControl plc, companhia britânica de software que atua no mercado de segurança de conteúdo. Anunciada em abril passado, a compra foi fechada pelo preço de aproximadamente 204 milhões de libras (cerca de US$ 400 milhões), o que equivale a 700 pences por ação. No valor já estão incluídas as compensação deferida e despesas de opções de ações.Com a aquisição, a Websense duplica sua base de clientes para mais de 50 mil companhias em todo o mundo e agora passa a proteger conteúdo para mais de 42 milhões de funcionários, segundo a empresas. Além disso, seus produtos passam a incluir um amplo conjunto de soluções de proteção de conteúdo, inclusive segurança de web, filtragem de e-mail e spam, e prevenção de vazamento de informações. Futuramente, a Websense planeja aperfeiçoar a plataforma sob demanda da SurfControl para oferecer outros serviços hospedados de proteção de conteúdo, como serviços de prevenção de vazamento de informações e de segurança web baseadas na tecnologia Websense ThreatSeeker.

“Conteúdo é o sangue dos negócios, e seu valor o torna o próximo campo de batalha em segurança”, disse Gene Hodges, CEO da Websense, ano anunciar o fechamento do negócio. Ele também comunicou que a empresa assume alguns compromissos com os clientes da SurfControl, tais como suporte para os principais produtos da SurfControl até 2011; funcionalidade de banco de dados aperfeiçoada para SurfControl Web Filter e Mobile Filter, garantia de preço para a primeira renovação das atuais subscrições SurfControl Web Filter e Mobile Filter, entre outros.

A transação vai ser financiada por meio de uma combinação de recursos da própria Websense e um empréstimo a prazo de US$ 210 milhões, obtido de um consórcio de crédito gerenciado pela Morgan Stanley Senior Funding e o Bank of America como agente de consórcio. O empréstimo a prazo deve estar fechado na próxima quinta-feira (11/10).

Fonte: TI Inside





Asterisk libera versão 1.4.12.1

9 10 2007

Esta versão contém correção do bugs do app_queue fix. Isto fazia com que o sistema causasse um estouro de memória.

O relese da versão está disponível para download aqui assim como seu histórico de mudanças.

Fonte: Asterisk On-line